quarta-feira, 9 de setembro de 2015

CANAVIEIRAS UMA BOA OPÇÃO DE TURISMO E LAZER
Resultado de imagem para praias de canavieiras

Resultado de imagem para IGREJA SÃO BOAVENTURAcanavieiras dados Resultado de imagem para IGREJA SÃO BOAVENTURAcanavieiras dados

Resultado de imagem para PREFEITURA DE canavieiras dados Resultado de imagem para foto antiga da PREFEITURA DE canavieiras dados

Resultado de imagem para foto antiga da camara de vereadores  DE canavieiras dados Resultado de imagem para foto antiga da camara de vereadores  DE canavieiras dados

Resultado de imagem para centro historico de canavieiras Resultado de imagem para centro historico de canavieiras

Resultado de imagem para centro historico de canavieiras Resultado de imagem para centro historico de canavieiras

Resultado de imagem para porto de canavieiras Resultado de imagem para porto de canavieiras

Resultado de imagem para porto de canavieiras Resultado de imagem para porto de canavieiras

Resultado de imagem para praias de canavieiras Resultado de imagem para praias de canavieiras

Resultado de imagem para praias de canavieiras Resultado de imagem para praias de canavieiras 

Resultado de imagem para praias de canavieiras Resultado de imagem para praias de canavieiras

Resultado de imagem para praias de canavieiras Resultado de imagem para praias de canavieiras

Resultado de imagem para praias de canavieiras Resultado de imagem para praias de canavieiras

Resultado de imagem para manguezais de canavieiras Resultado de imagem para manguezais de canavieiras

Resultado de imagem para pesca de caranguejo de canavieiras Resultado de imagem para pesca de caranguejo de canavieiras
BECO DO BERIMBAU
O Beco do Berimbau em dia de festa: a Galeota de Ouro
Este, o Berimbau, foi local de resistência da boemia canavieirense por muitos anos. Até que morte nos separe, foi a regra. Enquanto comandado por Neném de Argemiro sentou praça e fez história, contada em prosa e verso – mais prosa do que verso – por conta das verdades melhoradas contadas por um dos membros – ou confrades – mais assíduos: Raimundo Antônio Tedesco, historiador tido e havido como grande conhecedor da arte de contar causos.
Confrade, eu disse, e repito com todas as letras, haja vista o surgimento ou o achamento, no vocabulário de qualquer his(es)toriador que se preze da dita arte. Pois bem, esse foi o nome dado aos frequentadores do boteco O Berimbau, por tomarem parte na Confraria do Berimbau, nome recebido na pia batismal de qualquer botequim que se preze: o pé de balcão.
Mas como anteriormente disse, “até que a morte nos separe”, O Berimbau, de nome e importância na praça, continuou a ser frequentado até a aposentadoria de Neném de Argemiro e sua última viagem à eternidade. Sem Neném, calou-se o trompete, calaram-se os confrades (apesar da teimosia em continuar sentando praça no local). Não se ouve qualquer barulho de copos, não é sentido o olfato do mal-assado.
O silêncio no Beco de O Berimbau ainda ecoa na memória dos que frequentaram o boteco e nas histórias contadas sobre a “Galeota de Ouro”, que por anos a fio escolhia o “melhor entre os piores” para conceder tão humilhante troféu, ou distinta honraria, a depender do distinto. Melhor congraçamento nunca houve antes na história de Canavieiras e que ficou gravado para a posteridade. A cisão entre os confrades enterrou nas cinzas do braseiro onde eram assados os espetinhos de gato oferecidos aos convidados.
Como dizia aquela publicidade antiga: “Bastante imitada, mas nunca igualada”.
ENDEREÇO ANÔNIMO - Hoje, o Beco de O Berimbau faz parte, ou melhor, ostenta no Código de Endereçamento Postal de Canavieiras com nome metido a besta: Rua Dr. João de Sá Rodrigues (nada, absolutamente nada contra o patrono). Mas, nos guardados de um dos confrades, o Antônio Amorim Tolentino (Tolé), está estampado: Beco de O Berimbau, da esquina de Tião da Kombi até a Rua Dr. José Marcelino. Texto de Walmir Rosário - ciadanoticia.com.br

UMA BOA VIAGEM E UMA BOA ESTADIA 
Fotos - Pesquisa Google

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Sam Smith irá cantar música-tema de '007 contra Spectre'

PUBLICIDADE
FOLHA DE SÃO PAULO - O cantor britânico Sam Smith anunciou nesta terça-feira (8) que cantará a música-tema do próximo filme de James Bond, "007 contra Spectre", e entrará para uma lista que inclui artistas como Paul McCartney, Shirley Bassey, Carly Simon e Adele, entre outros.
Ao mesmo tempo, as livrarias recebem hoje "Trigger Mortis", o novo livro da saga do espião criado por Ian Fleming, em uma obra assinada pelo escritor britânico Anthony Horowitz.
As canções dos filmes do agente 007 costumam fazer muito sucesso e acompanham os créditos de abertura dos longas-metragens.
"Spectre", o 24º filme de James Bond, tem novamente como protagonista Daniel Craig. O filme vai estrear no Reino Unido e na Irlanda em 26 de outubro. No Brasil, a estreia acontece em 5 de novembro.
"É um dos maiores momentos da minha carreira. Estou honrado de finalmente anunciar que vou cantar a próxima canção de Bond", escreveu Smith em sua conta na rede social Instagram.
John Shearer - 5.dez.2014/Associated Press
Sam Smith performs at the KIIS FM's Jingle Ball at the Staples Center on Friday, Dec. 5, 2014, in Los Angeles. (Photo by John Shearer/Invision/AP) ORG XMIT: CABR149
Sam Smith se apresenta no KIIS FM Jingle Ball
Smith ficou famoso com a balada "Stay With Me". Ele foi o grande vencedor da última edição do Grammy, vencendo em três das quatro principais categorias.
Bond segue provocando debate no Reino Unido —que ator o interpretou melhor?, quem será o próximo?, ele bebe demais?, é muito machista?—, e a última polêmica teve como protagonista justamente Horowitz, o autor do novo livro do agente 007.
Em um momento de especulações sobre a possibilidade do próximo Bond ser um ator negro, com o nome de Idris Elba à frente, Horowitz disse que o ator "é muito da rua" para o papel.

Fábio Jr. fala mal do Brasil graças à democracia que não ajudou a construir

Tereza Cruvinel, no Brasil247
Não me lembro de uma palavra, um gesto, um dedinho levantado do cantor Fabio Júnior contra a ditadura. Agora, graças à democracia que ele não ajudou a construir, enrola-se na bandeira do Brasil para falar mal do país no exterior. Na festa do Brazilian Day em Nova York. Achei pela Internet afora uma boa definição do ocorrido feita pelo Chico Buarque. “Fabio Júnior foi falar mal do Brasil para os coxinhas que vivem em Nova York porque não gostam do Brasil”.
Michael Jackson não morreu...
Michael Jackson não morreu…
Vá lá que a festa, mesmo em território estrangeiro, era para brasileiros, poderia dizer o cantor para justificar sua malhação do Brasil, que ele reduziu a uma terra de “roubalheira”. Vá lá que só agora o coroa Fabio Junior tenha sentido as indignações cívicas que não sentiu na juventude, quando cantava canções melosas sem prestar atenção ao som político em seu redor. Geralmente ocorre o contrário, jovens têm exaltações políticas que se exaltam com o passar da idade. Mas vá lá que ela não tenha se contido de tão indignado. Com todas as indulgências, entretanto, não se lhe é possível perdoar a grosseria, a canastrice, a chulice, enfim, de seu discurso. Depois de uma torrente de asneiras, depois de conseguir despertar os instintos mais primitivos da platéia, que inicialmente não se deu por achada, ele saiu-se com esta, segundo a Folha Online.
“Vocês sabem onde tá aquele dedinho que o Lula perdeu, né? Onde é que ele enfiou, né? No nosso!”.
É muita baixaria. Muito feio para um suposto artista nacional. E o chiste estúpido nem é novo, nem foi criado por ele.
Fábio Júnior indignado em Nova York? Onde andava o cantor na ditadura, quando era proibido protestar?
- See more at: http://www.blogdothame.blog.br

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

TRIBUTO A Aylan Kurdi

ayran 1

ayran 2

ayran 3

ayran 4


ayran 6
Ilustradores de várias partes do mundo prestam homenagem a Aylan Kurdi, apenas 3 anos, que morreu afogado enquanto sua família fugindo da guerra na Síria, tentava chegar a Grécia num barco. A imagem que grita por um mundo mais justo e menos desigual.
Ilustradores de várias partes do mundo prestam homenagem a Aylan Kurdi, apenas 3 anos, que morreu afogado enquanto sua família fugindo da guerra na Síria, tentava chegar a Grécia num barco.
A imagem que grita por um mundo mais justo e menos desigual.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Mascote do Botafogo faz 70 anos e clube prepara festa

Por Redação, com Conexão Jornalismo – do Rio de Janeiro
Não é todo dia que um cachorro, mesmo um vira-lata dos bons, faz 70 anos. Mas como tem coisas que só acontecem com o Botafogo, a dádiva tinha que ter a cara do alvinegro carioca. Embora na segunda divisão do Brasileiro, o torcedor do Botafogo não deixará passar em branco a comemoração. Ela vai ocorrer no Bar Carioca da Gema, do alvinegro Thiago Cesário Alvim, no dia 14 de setembro dia de nascimento do mais longevo animal/mascote de um time de futebol.
Filho de uma fox terrier e de pai desconhecido, Biriba nasceu em 1945
Filho de uma fox terrier e de pai desconhecido, Biriba nasceu em 1945
No próximo dia 14 de setembro, um grupo de torcedores do Botafogo têm encontro marcado no bar Carioca da Gema (Mem de Sá nº 79, Lapa) para festejar os 70 anos de seu eterno mascote Biriba, o vira-lata mais sacana da história do futebol mundial.
A concentração será a partir das 18 horas, com promoção de chope até 21h30 para quem estiver trajando a camisa do aniversariante ou do Glorioso.
Filho de uma fox terrier e de pai desconhecido, Biriba nasceu em 1945 numa esquina de Copacabana, nas imediações da Rua Miguel Lemos, onde viveu nas calçadas até ser adotado pelo zagueiro Macaé.
Mas foi aos 3 anos de idade que ficou conhecido. No ano de 1948, sob a batuta do presidente Carlito Rocha, o Botafogo sonhava com o título que não vinha desde o tetracampeonato de 1932-33-34-45. O dirigente via sua imagem de empreendedor e apaixonado torcedor ser trocada pela de azarado. Muitos já desconfiavam do seu talento como gestor. Foi quando um fato novo surgiu e entrou para a história do clube. E era uma história de quatro patas.
Um vira-lata preto e branco foi levado a General Severiano pelo zagueiro titular, Macaé. O cão, arisco e determinado, só permitia que Carlito, além do próprio Macaé, o pegassem no colo. E foi assim, quase cumprindo um ritual, que o presidente apresentou um a um aos atletas o cachorro que tinha nome para lá de incomum: Biriba. O nome não veio por acaso: tratava-se do jogo de cartas que atletas apostavam valendo dinheiro antes dos jogos num período pré-concentração.
E no terceiro jogo do campeonato carioca, Macaé fez o cão, que até então só era íntimo de alguns jogadores, virar uma celebridade. Levou Biriba para o gramado e o soltou. A festa na arquibancada foi imediata por uma razão: os juízes ingleses, que estreavam no futebol do Rio, com sua fleuma de lordes reverentes à Rainha, se irritaram com a presença do cachorro e mandaram que o tirassem.
Funcionários, policiais, atletas, ninguém conseguia alcançar o cão. E os próprios juízes, com seus cabelos engomados, partiram para cima. E Biriba, que ainda não conhecia Garrincha, driblava um a um.
Os jogadores adversários, do Madureira, também tentaram sem sucesso agarrar o mascote pelo rabo, orelha, focinho. Que nada!!! E a arquibancada, em peso, gritava “Olé!”. Biriba só saiu de campo, para começar a partida, quando cansou e foi finalmente apanhado por Carlito Rocha.
O placar do jogo preliminar determinou a sorte do cão e a importância que teria na história: Botafogo 10 a 2. A partir daí, Biriba seria presença obrigatória em partidas no Rio, no Brasil e no exterior. Fizesse chuva ou sol.
Sua morte foi devidamente registrada pelos jornais no dia 11 de agosto de 1958). Curiosamente, o cão surgiu com um título e despediu-se com outro, o de 1957. E como se a torcida já preparasse a despedida do mascote, que morreria no ano seguinte, gritou seu nome na arquibancada do Maracanã.
Não se tem notícia de um estádio inteiro (100 mil pagantes) prestando tamanha homenagem a um cachorro.
web