quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Gil Velloso, um itajuipense genial

Gil Velloso, um itajuipense genial 



Gil Velloso, um excelente compositor e produtor musical brasileiro que se desenvolve com grande competência e sucesso pelo país, com extenso e extraordinário serviço prestado a música popular do nosso Brasil. Temos o grande prazer em apresentá-lo através de uma entrevista, e também com um resumo da sua biografia, mostrando o quanto é grande, valiosa e extremamente diversificada a sua história no âmbito da arte deste país.

Como citei anteriormente, ele transita sutilmente por diferentes vertentes, compondo, produzindo e ainda tem um canal no YouTube, onde apresenta interessantes entrevistas com diferentes artistas. O estimado amigo Gil Velloso teve a gentileza em contar toda sua história relatando com extremos detalhes os momentos super importantes da sua vida, hoje com 67 anos.

Minha mãe era uma guerreira, fez de tudo para educar os filhos” eu ainda garoto, trabalhei no início da década de 1970, ainda adolescente, no Bar Natal, do saudoso Fernandinho Curió, na Praça Vereador José Adry em Itajuípe. Radicado na mais populosa capital do país, me orgulho em ter nascido em Itajuípe, onde ainda vive meus primos e alguns amigos de infância. Itajuipense raiz, meu sonho, desde criança, era ser músico, mas, as condições de meus pais trabalhadores rurais Bidú e dona Paulina não permitiam sequer comprar um violão para o filho.

Ainda garoto, já querendo dar os primeiros passos na arte musical, me lembro que tive na Aliança dos Artistas, por um período, aula de música com o maestro Joel Carlos, do Rio de Janeiro, onde despertei, de fato, meu gosto pela música e também, sempre corria até os ensaios da magnífica banda de bailes “Os Brasas”, comandada pelo saudoso João, Antonilson, Jaelson, Arnaldo e Tonhão, e ficava encantado com cada acorde. Até que um dia pedi para Tonhão deixa-me fazer uns acordes na sua guitarra. Daí para frente eu não tirava da cabeça o sonho de ser músico – já sabia que era isso que mudaria a minha vida.

Minha mãe, querendo dar um futuro melhor para os 16 filhos, achou que o futuro da família não estava na terra do cacau e migrou para São Paulo assim que eu terminei o ensino fundamental na então Escola de Comércio. Como a maioria dos retirantes nordestinos, chegando a capital paulista, todos tinham um só objetivo: trabalhar, estudar, lutar para vencer na vida – e foi exatamente assim que aconteceu. Meus saudosos pais conseguiram formar todos os filhos – lutaram, constituíram suas famílias e venceram cada uma dentro das suas opções profissionais.

Familiares de Gil Velloso.


“Minha mãe era uma guerreira, fez de tudo para educar os filhos”, que se formou em Administração pela Universidade Franciscana. No início da sua carreira profissional, como músico e compositor no final da década de 1970, eu que, na ocasião, tinha longos cabelos, tive o nome artístico dado pelo produtor musical Frank Arduim devido ser baiano e ter características físicas semelhantes ao renomado artista conterrâneo Caetano Veloso.

“Nunca foi pretensão de minha parte comparar os talentos, foi homenagem mesmo”.  Com o nome artístico já definido, eu Gil Velloso entrei de cabeça no mundo da música e fiz carreira como contrabaixista, compositor e produtor musical ao lado do consagrado músico, meu ídolo, Tim Maia, bem como meu saudoso compadre Luiz Melodia e outros artistas renomados como Os Originais do Samba, Genival Lacerda, Peninha, Casa das Maquinas, Neguinho da Beija Flor, Roberto Ribeiro, Carlos Dafé, Luiz Ayrão, Agepê, Emilio Santiago e Kátia.

Como a maioria dos retirantes nordestinos, chegando a capital paulista, todos tinham um só objetivo: trabalhar, estudar, lutar para vencer na vida – e foi exatamente assim que aconteceu. Meus saudosos pais conseguiram formar todos os filhos – lutaram, constituíram suas famílias e venceram cada uma dentro das suas opções profissionais. “Minha mãe era uma guerreira, fez de tudo para educar os filhos”. Eu me formei em Administração pela Universidade Franciscana. Voltando ao início da minha carreira profissional. Como músico e compositor no final da década de 1970, eu que, na ocasião, tinha longos cabelos, tive o nome artístico dado pelo produtor musical Frank Arduim devido ser baiano e ter características físicas semelhantes ao renomado artista conterrâneo Caetano Veloso. “Nunca foi pretensão de minha parte comparar os talentos, foi homenagem mesmo”. Com o nome artístico já definido, como Gil Velloso entrei de cabeça no mundo da música e fiz carreira como contrabaixista, compositor e produtor musical ao lado do consagrado músico, meu ídolo, Tim Maia, bem como meu saudoso compadre Luiz Melodia e outros artistas renomados como Os Originais do Samba, Genival Lacerda, Peninha, Casa das Maquinas, Neguinho da Beija Flor, Roberto Ribeiro, Carlos Dafé, Luiz Ayrão, Agepê, Emilio Santiago e Kátia.


Neguinho da Beija Flor


Luiz Airão



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Por: Sergio Da Silva Lima

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